Boaventura de Sousa Santos

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Novidades

OPINIÃO

A política da cor: o racismo e o colorismo - Jornal de Letras, 5 Maio 2021

Estamos em tempos de psicologia e psiquiatria, ou em tempos de sociologia, ciências sociais, ciência política e história? - TV Boitempo, 30 Abril 2021

Brasil: ser ou não ser uma democracia, eis a questão - Brasil 247, 14 Abril 2021

 A claridade e a escuridão - Jornal de Letras, 7 Abril 2021

 A experiência do tempo- Jornal de Letras, 10 Março 2021
 

Carta aberta a dois jovens indígenas equatorianos
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Carta abierta a dos jóvenes indígenas ecuatorianos
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Desmercantilizar, Descolonizar y Despatriarcalizar - El País, 28 Fevereiro 2021
O antissistema e a defesa da democracia, Jornal de Letras, 10 Fevereiro 2021
O fim do sonho português,
Público, 29 Janeiro 2021 -
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Trump não tomará cianeto
, Jornal de Letras, 13 Janeiro 2021 -
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A Europa em 2021, Público, 7 Janeiro 2021 -
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O enigma do consenso, Jornal de Letras, 16 Dezembro 2020
Lenine e nós, Público, 7 Dezembro 2020 -
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Fascismo 2.0: Curso Intensivo, Jornal de Letras, 18 Novembro 2020 -
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As ciências no tempo da pandemia - Canal History of Science

"Nesta semana, o canal History of Science traz o Professor Boaventura de Sousa Santos com uma observação arguta sobre o futuro pós-pandemia. Uma entrevista fundamental para se entender os tempos atuais e o porvir do ponto de vista da Sociologia das Ciências".

 Veja aqui o vídeo

 

ENTREVISTAS

"A vacina iniciou uma guerra geopolítica"
Entrevista para Valor Econômico, Brasil - 26 Março 2021

"A pandemia foi o primeiro grande ensaio a nível global de como se pode controlar populações" – Entrevista para Sapo 24 – 10 Março 2021

“A pandemia impõe um novo paradigma e o Brasil é o maior laboratório do negacionismo”
entrevista para a Revista CartaCapital, 24 Fevereiro 2021. Versão completa, em vídeo, aqui.


A chamada "ajuda ao desenvolvimento" é uma farsa - entrevista para Kutala Angola - 19 Fevereiro 2021

 

A Ronda da Noite - Antena 2 - Programa de Luís Caetano

Boaventura de Sousa Santos conversa com Luís Caetano sobre o livro O Futuro começa agora. Da Pandemia à Utopia, que as Edições 70 acabam de publicar.
https://www.rtp.pt/play/p1299/e522965/a-ronda-da-noite (1ªparte)
https://www.rtp.pt/play/p1299/e523612/a-ronda-da-noite (2ªparte)


FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2021
Boaventura e a importância do Fórum Social Mundial​ 2021 - Entrevista ao Brasil TVT, 26 Janeiro 2021


TUTAMÉIA TV - Vivemos em mundo pré-fascista
Nesta entrevista, Boaventura fala sobre as perspectivas do governo Biden, o que pode mudar na relação dos EUA com o Brasil, a América Latina, a China. Trata da extrema direita, dos movimentos de esquerda, das divisões na burguesia norte-americana. Aborda temas de seu novo livro, “O Futuro Começa Agora. Da Pandemia à Utopia”, lançado pela Boitempo no Brasil. Veja aqui.



LIVROS 

El futuro comienza ahora. De la pandemia a la utopía
Akal | 2021
La pandemia del coronavirus es la gran oportunidad para empezar una transición hacia un nuevo modelo civilizatorio

  

O Futuro Começa Agora. Da Pandemia à Utopia
Almedina | 2020

Este livro foi escrito entre o medo e a esperança, tal como um e outra se nos confrontam no início do século XXI em face da pandemia do novo coronavírus. A pandemia intensificou as desigualdades e as discriminações sociais que caracterizam as sociedades contemporâneas e deu-lhes maior visibilidade. O sofrimento humano muito desigual em que se traduziram e as causas que o explicam são analisadas na primeira parte do livro. Atenção especial é dada ao modelo económico-social, ao Estado, à ciência e à resistência e criatividade dos grupos sociais mais excluídos para se protegerem e minorarem os riscos. As trágicas consequências da pandemia e a alta probabilidade de se multiplicarem no período de pandemia intermitente em que estamos a entrar obrigam-nos a pensar em alternativas económicas, sociais, políticas e culturais, que, no conjunto, apontam para novos modelos civilizacionais. É este o tema da segunda parte do livro.
Este livro pretende ser um diagnóstico crítico do presente e uma memória do futuro.

Decolonising the University: The Challenge of Deep Cognitive JusticeCambridge Scholars Publishing | 2021


Toward a New Legal Common Sense. Law, Globalization, and Emancipation3ª edição – Cambridge University Press | 2020


Conocimientos nacidos en las luchas. Construyendo las Epistemologías del Sur

(com Maria Paula Meneses) - Akal | 2020

No existe justicia global sin una justicia cognitiva global.
El propósito común de los autores del presente volumen es desmarginalizar el Sur global en lo tocante al conocimiento «moderno, eurocéntrico», con el fin de asegurar que los llamados márgenes tengan espacio y visibilidad, y garantizar así que los conocimientos producidos por el Sur global formen parte integral de un mundo multifacético, con varios centros de producción de conocimiento. La creatividad epistémica del Sur global incluye, entre otros, temas como la descolonización del canon histórico dominante, la tradición oral, la escucha profunda o la participación más allá de la dualidad sujeto-objeto.
El libro se estructura alrededor de tres temas centrales: cómo pueden las Epistemologías del Sur ayudar a reinterpretar y reimaginar un conocimiento del mundo más democrático, respetable y comprensible; el desafío de la narrativa europea «oficial» por las narrativas de otras luchas «olvidadas», ampliando los conceptos de cosmopolitismo y pluriverso, y cómo pueden estas realidades emergentes dar visibilidad a un conjunto de actores políticos, espacios, discursos y prácticas que simultáneamente cuestionan y ofrecen nuevos horizontes políticos para Europa y la interculturalidad.

 
Demodiversity: Toward Post-Abyssal Democracies. Toward Post-Abyssal Democracies
(com José Manuel Mendes) - Routledge | 2020
We are living in a time when social and political authoritarianism appear to be gaining ground around the world. This book presents the democratic practices, spaces and processes that engage directly with the theoretical assumptions advanced by the epistemologies of the South, summoning other contexts and empirical realities that attest to the possibility of a renewal and deepening of democracy beyond the liberal and representative canon, which is embedded within a world capitalist system.
The chapters in this book put forward the ideas of demodiversity, of high-intensity democracy, of the articulation between representative democracy and participatory democracy as well as, in certain contexts, between both these and other forms of democratic deliberation, such as the communitarian democracy of the indigenous and peasant communities of Africa, Latin America and Asia.
The challenge undertaken in this book is to demand utopia, imagining a post-abyssal democracy that permits the democratizing, decolonizing, decommodifying and depatriarchalizing of social relations. This post-abyssal democracy obliges us to satisfy the maximum definition of democracy and not the minimum, transforming society into fields of democratization that permeate the structural spaces of contemporary societies.


La cruel pedagogía del virus
CLACSO/TNI

Esta publicación es el embrión de un libro más profundo sobre nuestros contextos contemporáneos. Como este autor señala, la pandemia actual solo empeora una situación de crisis a la que ha sido sometida la población mundial, en un contexto en que ‘el capitalismo neoliberal ha incapacita-do al Estado para responder a emergencias’.
Descarregue o livro aqui



Knowledges Born in the Struggle. Constructing the Epistemologies of the Global South
(Com Maria Paula Meneses) - Routledge | 2019

We are living in a time when social and political authoritarianism appear to be gaining ground around the world. This book presents the democratic practices, spaces and processes that engage directly with the theoretical assumptions advanced by the epistemologies of the South, summoning other contexts and empirical realities that attest to the possibility of a renewal and deepening of democracy beyond the liberal and representative canon, which is embedded within a world capitalist system.
The chapters in this book put forward the ideas of demodiversity, of high-intensity democracy, of the articulation between representative democracy and participatory democracy as well as, in certain contexts, between both these and other forms of democratic deliberation, such as the communitarian democracy of the indigenous and peasant communities of Africa, Latin America and Asia.
The challenge undertaken in this book is to demand utopia, imagining a post-abyssal democracy that permits the democratizing, decolonizing, decommodifying and depatriarchalizing of social relations. This post-abyssal democracy obliges us to satisfy the maximum definition of democracy and not the minimum, transforming society into fields of democratization that permeate the structural spaces of contemporary societies.